Segundo informações divulgadas pela imprensa estadual, o PL tinha cerca de 53 prefeitos no Paraná. Desses, aproximadamente 48 participaram de uma reunião que marcou o início da debandada, e até 49 prefeitos já decidiram deixar a sigla, o que representa cerca de 93% dos gestores municipais do partido no estado.
Entre os nomes que lideram o movimento está Marcel Micheletto, atual presidente da Associação dos Municípios do Paraná.
Também estão entre os prefeitos envolvidos Renato Silva, de Cascavel, Joaquim Silva e Luna, de Foz do Iguaçu, e Gustavo Botogoski, da cidade de Araucária.
A crise política teria começado após decisões da direção nacional do partido envolvendo a pré-candidatura de Sergio Moro ao governo do Paraná, o que gerou insatisfação entre lideranças locais e aliados do governador Ratinho Junior.
A tendência agora é que muitos desses prefeitos migrem para partidos da base do governo estadual, especialmente o Partido Social Democrático, fortalecendo o grupo político que apoia Ratinho Junior no estado.
Analistas políticos avaliam que essa debandada pode mudar completamente o cenário político do Paraná, principalmente com foco nas eleições de 2026.

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