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Terça-feira, 13 de Outubro 2026
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Economia

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões

Montante em contas de instituições financeiras cresce e pode ser consultado por pessoas físicas e empresas de todo o país.

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões
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O Banco Central informou que o volume de dinheiro esquecido em instituições financeiras atingiu R$ 5,79 bilhões. Os dados, contabilizados até agosto de 2026, revelam que cidadãos e empresas ainda possuem quantias significativas para resgate através do Sistema Valores a Receber.

Do total disponível, R$ 4,31 bilhões pertencem a 23,94 milhões de pessoas físicas. Outros R$ 1,48 bilhão estão destinados a 2,36 milhões de empresas em todo o território nacional.

O montante representa uma alta de 2,6% em relação aos R$ 5,65 bilhões registrados no mês anterior. Esse cenário indica uma retomada do crescimento dos recursos disponíveis após reduções passadas.

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Onde está o dinheiro?

Os recursos estão distribuídos entre diferentes tipos de entidades financeiras. Os bancos convencionais concentram a maior fatia do total disponível para os titulares.

Confira a distribuição dos valores:

  • Bancos: R$ 2,46 bilhões, o equivalente a 42,4% do total
  • Administradoras de consórcios: R$ 1,97 bilhão
  • Cooperativas de crédito: R$ 805,6 milhões
  • Instituições de pagamento: R$ 369,6 milhões
  • Financeiras: R$ 121 milhões
  • Corretoras e distribuidoras: R$ 68 milhões
  • Outras instituições: R$ 5 milhões.

A maior parte dos beneficiários tem direito a quantias pequenas. Cerca de 69,4% dos valores a receber não ultrapassam a marca de R$ 10.

Como consultar valores

A verificação deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Valores a Receber. O procedimento permite checar a existência de saldo e a instituição responsável.

Para realizar a busca, é preciso informar o CPF e a data de nascimento, no caso de pessoas físicas, ou o CNPJ para as empresas cadastradas.

Atenção aos golpes

O Banco Central reforça que o serviço é totalmente gratuito. Não é necessário realizar nenhum pagamento a intermediários para conseguir recuperar as quantias.

  • Utilize somente o site oficial da instituição;
  • Não clique em links suspeitos recebidos por mensagens;
  • Desconfie de cobranças antecipadas para liberação.

Fonte/Créditos: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Créditos (Imagem de capa): © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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