O tradicional Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro, tem origens que remontam a um mosteiro francês no final do século X. A data foi estabelecida pela Abadia de Cluny para unir comunidades em orações pelos fiéis falecidos.
Mais de mil anos depois, a ocasião se reinventou significativamente. Em locais como o Cemitério Vertical de Curitiba, a programação atual inclui apresentações musicais, exposições e apoio emocional às famílias.
A prática de cuidar de sepulturas e prestar homenagens é, contudo, milenar. Pesquisas apontam o uso de flores em rituais funerários pré-históricos em Israel, demonstrando a necessidade humana de lidar com a perda através de símbolos.
A transformação dos rituais modernos
Com o passar dos anos, novas ferramentas foram incorporadas às despedidas. A transmissão online de cerimônias, iniciada durante a pandemia, permaneceu como alternativa para quem está distante.
Além disso, a programação para o período envolve feiras de adoção, teatro e o emocionante evento coletivo conhecido como Caminho das Luzes.
Fonte/Créditos: Juliano Luz
Créditos (Imagem de capa): Juliano Luz

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