A democracia ganha novos adeptos desde cedo no Brasil. Embora o voto seja obrigatório apenas para maiores de 18 anos, um público infantil compareceu às seções eleitorais levado por familiares que desejam mostrar o funcionamento das urnas na prática.
Em Brasília, a publicitária Polyana Carla Alves Ázara e a internacionalista Luísa Malagoli levaram o filho ao Centro de Ensino Médio Paulo Freire para participar do momento cívico. Vinda de Goiânia, Polyana votou pela primeira vez na capital federal.
Para a publicitária, a participação do menino é fundamental para que ele compreenda seu papel no futuro. Ela defende que os governantes construam políticas públicas voltadas para o longo prazo e para as próximas gerações.
A companheira Luísa reforça que a atuação cidadã evita a cultura da reclamação sem ação. O objetivo é ensinar que a cobrança por melhorias deve se estender para além dos períodos de votação.
Direitos das meninas e mulheres
A analista de departamento pessoal Elizabete Queiroz Gomes levou suas filhas Emanuelle e Luna ao Varjão. Para ela, o aprendizado precoce sobre o direito ao voto tem forte ligação histórica.
Elizabete destacou o peso do voto feminino, conquista garantida no país apenas em 1932. Sua escolha nas urnas reflete a busca por um cenário mais igualitário para as filhas.
Próximas gerações
Na mesma região, Siomara Chao levou o neto Iyaz, de 4 anos, motivada pelo patriotismo. Ao lado do marido Plínio de La Pena, ela reforçou que o voto visa garantir progresso para a família.
Já o pai Nilsemar Ferreira da Silva levou o filho Arcanjo Miguel, de 7 anos, para introduzir o tema político em casa, priorizando demandas por segurança e educação.
Fonte/Créditos: Daniella Almeida - repórter da Agência Brasil
Créditos (Imagem de capa): © Valter Campanato/Agência Brasil

Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se