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Quarta-feira, 28 de Outubro 2026
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Política

STF nega ter ordenado operações de busca em endereços de Flávio Bolsonaro

Tribunal esclarece que não existem mandados ativos contra o senador após circulação de boatos sobre diligências da PF em Brasília.

STF nega ter ordenado operações de busca em endereços de Flávio Bolsonaro
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O STF emitiu um comunicado oficial nesta quarta-feira (28) desmentindo a realização de qualquer operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A corte máxima do país refutou categoricamente a existência de decisões judiciais que autorizassem diligências em propriedades ligadas ao parlamentar, encerrando especulações que ganharam força na imprensa ao longo do dia.

Em nota, o tribunal foi enfático: “É falsa a informação veiculada sobre a existência ou o cumprimento de qualquer mandado de busca e apreensão direcionado ao senador Flávio Bolsonaro ou a seus endereços”. O órgão reiterou que não há, neste momento, qualquer movimentação policial ou autorização judicial para ações dessa natureza contra o político.

Esclarecimento sobre o cenário

O posicionamento da Suprema Corte surgiu como resposta imediata a notícias que indicavam uma suposta operação da PF na residência do senador, localizada no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. A circulação dessas informações gerou repercussão política, obrigando o STF a intervir para conter a disseminação do que classificou como dados inverídicos.

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Vale ressaltar que o senador Flávio Bolsonaro enfrenta diversos desdobramentos jurídicos em inquéritos que tramitam na esfera do Supremo. Entre as investigações em curso, destacam-se apurações sobre suposta lavagem de dinheiro e evasão de divisas, além de um procedimento sob relatoria do ministro André Mendonça, que analisa o caso envolvendo o Banco Master e a captação de recursos para a produção de uma cinebiografia.

Mesmo diante de movimentações recentes e da complexidade dos processos, o tribunal mantém o rito processual habitual, reforçando que qualquer medida coercitiva exigiria uma fundamentação jurídica prévia, inexistente no caso em questão.

Fonte/Créditos: Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil

Créditos (Imagem de capa): © Valter Campanato/Agência Brasil

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