A colinha eleitoral feita com papel e caneta continua sendo a melhor aliada do eleitor para evitar confusões na hora de digitar os números dos candidatos na urna eletrônica.
Mesmo com toda a evolução tecnológica do sistema de votação no Brasil, o bom e velho lembrete evita que erros de memória prejudiquem sua escolha política no dia do pleito.
O que é permitido levar?
A legislação brasileira autoriza o uso de anotações em papel para facilitar o preenchimento dos cargos em disputa.
Por outro lado, o uso do celular é totalmente vedado dentro da cabine de votação. O equipamento precisa ficar com os mesários.
Essa medida visa proteger o sigilo do voto e bloquear qualquer tentativa de coerção ou registro de imagens da tela da urna.
A recusa em entregar o dispositivo impede o voto naquele instante, gerando um registro oficial na ata da mesa receptora.
Documentação e identificação
Não se esqueça de levar um documento oficial com foto para garantir sua liberação na seção.
A apresentação do título impresso deixa de ser obrigatória, mas agiliza o trabalho dos mesários por conter dados da seção.
Como alternativa, utilize o aplicativo e-Título para exibir sua versão digital e verificar eventuais mudanças no seu local de votação.
Erros comuns no primeiro turno
A ausência de uma anotação prévia causou prejuízos expressivos a eleitores e candidatos durante o primeiro turno.
No Distrito Federal, milhares de votos foram anulados porque eleitores confundiram a legenda da atual governadora com outra sigla partidária.
Situação semelhante ocorreu no Rio de Janeiro, onde eleitores digitaram o número de um partido aliado em vez do código correto do candidato apoiado, resultando em milhares de anulações.
Fonte/Créditos: Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil
Créditos (Imagem de capa): © Joédson Alves/Agência Brasil

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