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Quinta-feira, 22 de Outubro 2026
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Saúde

Doença de Newcastle em Santa Catarina tem protocolos sanitários cumpridos

Ministério conclui despovoamento de perus e reforça barreiras para proteger a avicultura nacional após foco do vírus.

Doença de Newcastle em Santa Catarina tem protocolos sanitários cumpridos
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O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou que o despovoamento sanitário de uma granja de perus de corte em Nova Itaberaba, no oeste de Santa Catarina, foi finalizado após a confirmação de um foco da doença de Newcastle na região.

Atualmente, as equipes realizam a limpeza e a desinfecção completa das instalações afetadas, seguindo rigorosamente os manuais técnicos exigidos para este tipo de ocorrência zoossanitária.

Paralelamente, autoridades executam a vigilância epidemiológica na zona restrita. O trânsito de animais e de insumos na área permanece sob forte controle para evitar qualquer tipo de propagação do vírus.

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A força-tarefa une servidores do governo federal, da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), da Polícia Civil e do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária.

O objetivo principal dessa mobilização conjunta é bloquear a circulação viral e blindar a avicultura brasileira contra impactos comerciais internacionais de maior gravidade.

Entenda o caso

A infecção foi confirmada em um domingo, data em que o Serviço Veterinário Oficial interditou imediatamente o local e suspendeu a movimentação de aves comerciais na propriedade.

Como resposta rápida, o governo decretou estado de emergência zoossanitária por 60 dias em cidades vizinhas, abrangendo Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim.

A Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) e os parceiros comerciais do Brasil foram informados oficialmente sobre o evento e sobre os planos de contenção em andamento.

O que é a patologia

A doença de Newcastle atinge tanto aves silvestres quanto cricomerciais, sendo provocada por uma cepa virulenta do paramixovírus aviário do sorotipo 1.

A detecção em território catarinense ocorreu por meio de investigações do serviço veterinário local, com validação técnica emitida pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária situado em São Paulo.

Fonte/Créditos: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

Créditos (Imagem de capa): © Valter Campanato/Agência Brasil

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