Os eleitores brasileiros decidem neste domingo (25) de segundo turno entre duas visões opostas sobre o futuro das privatizações e o papel da máquina pública na economia nacional.
Temas como venda de ativos, extinção de estatais e reforma administrativa aparecem nos programas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva com abordagens distintas.
O programa de Lula foca no aumento da eficiência, transparência e controle dos gastos públicos. A meta é reduzir desigualdades através de serviços digitais.
O plano se opõe à desestatização de empresas como Petrobras, Embrapa e Correios, ressaltando a importância das estatais para o desenvolvimento.
A gestão pretende priorizar parcerias com o setor privado e o fortalecimento de fontes de energia de baixo carbono, alinhadas ao Acordo de Paris.
Por outro lado, o plano de governo de Flávio Bolsonaro aposta na digitalização para tornar o Estado mais ágil e menos custoso para os cidadãos.
A proposta inclui um corte profundo de gastos, redução de ministérios e uma ampla reforma administrativa para desonerar diversos setores.
O candidato também planeja retomar o Programa Nacional de Desestatização, vendendo ativos não estratégicos para atrair investimentos privados.
Durante a gestão de Jair Bolsonaro, cerca de 76 empresas públicas foram privatizadas, sendo a Eletrobras a venda mais emblemática.
Em contraste, Lula adota uma postura contrária às vendas definitivas, preferindo apostar em concessões e parcerias público-privadas na infraestrutura.
Fonte/Créditos: Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil
Créditos (Imagem de capa): © Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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