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Sexta-feira, 16 de Outubro 2026
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Economia

Divergências na economia: propostas de ajuste fiscal entre Lula e Flávio

Candidatos apresentam visões opostas sobre o papel do Estado, corte de gastos, impostos e o futuro das contas públicas no país.

Divergências na economia: propostas de ajuste fiscal entre Lula e Flávio
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As propostas de ajuste fiscal apresentadas pelos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) revelam visões opostas sobre a gestão das contas públicas, o sistema tributário e as leis trabalhistas no Brasil.

Enquanto Lula aposta na continuidade do modelo atual, com investimentos públicos e programas sociais, Flávio defende a redução da máquina estatal, cortes de despesas e diminuição de impostos.

Apesar das divergências, as duas campanhas reconhecem a urgência de conter o avanço da dívida pública. O principal contraste reside nos instrumentos escolhidos para equilibrar o orçamento e estimular a economia.

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Resumo das diretrizes econômicas

Lula prioriza a ampliação de investimentos e políticas sociais.

  • Manutenção do arcabouço fiscal e controle de despesas.
  • Tributação progressiva para as rendas mais altas.
  • Valorização do salário mínimo e jornada de 40 horas.
  • Expansão de infraestrutura e transição energética.
  • Manutenção do Bolsa Família e habitação popular.

Flávio Bolsonaro foca na menor intervenção do Estado.

  • Criação de nova regra fiscal atrelada à dívida.
  • Redução de ministérios e cargos comissionados.
  • Simplificação regulatória e corte de tributos.
  • Novas modalidades de contratação para jovens.
  • Estímulo ao agronegócio e fertilizantes.
  • Manutenção de programas sociais essenciais.

Caminhos para as contas públicas

Lula pretende manter o arcabouço fiscal para limitar o crescimento das despesas. A estratégia busca unir o controle de gastos ao aumento da arrecadação impulsionado pelo crescimento econômico.

Flávio Bolsonaro propõe uma nova regra fiscal e cortes administrativos profundos. A equipe econômica do candidato aponta a necessidade de um ajuste robusto para controlar o endividamento do país.

A execução dessas medidas dependerá da viabilidade técnica entre as reduções de tributos e as metas fiscais estabelecidas para os próximos anos.

Fonte/Créditos: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Créditos (Imagem de capa): © Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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